segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Dalhe dollar!

Delato detritos culpados em detrimento de medidas drasticas.
Juramentado está!
O meu ponto de partida afunila vencedores que chegam por último. Galhofas, garrafas, gatinhos.
Tropa encefálica ruma ao infinito, de botas...
dez calços... dez nutridos... dez necessária compreensão.
Lotiei o labirinto, joguei piranhas nos neurônios, afoguei o ganso no gozo da íris que encarcero nas minhas linhas.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Logo ali eu caio

Um, dois, três
balanço torto
resisto sorrindo
finjo alegria
quatro, cinco, seis
levanto combalido
triste constatação
covarde destino
sete, oito, nove
falta pouco
peito estufa
cooração coagula
dez
isto
eu
findo

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Sophro

No vento
soprou mais uma vez
assobio lento e finito
chora mais bonito
findo horizonte
doce e agora
O que fazer ontém
durante a manhã inteira?
Passeio torto
num mundo morto
só mais um pouco
duvido você ser feliz!
prefiro o sopro de hoje...

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Lânguida, Morfética e Azarada

Escândalo no horário nobre
se move sem parar
Tagarelando escrotices
até seu ouvido conquistar
Morbido pestanejar
te prende a cintura
não te deixa gritar
Morte ao tédio
frio mundo a naufragar
sobre tudo um indício
do moribundo futuro
onde vejo tudo escuro
andar, parar e acabar

sábado, 6 de agosto de 2011

Liquefaz nos Dedos

Das taças líquidas da tua solidez
brotam frias serpentes de ternura.
Rapto eu de mim
me atiro de corpo e sangue
Mergulho em tua aurora
sem temer o sim.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Vô L Ta Nú!

a DIS tan cia
mordaças de frio couro
Q "em" cala!?
$
Furnico palavras por tras dusmontes
Nús Pêlos
Prontamente Es Carla te claro caroço
Mar Vi Menta Meu Eus Nos Neu Rônios
Liga aqui de lá pra cá
MoRaL mEm Trelinhas
Suba e veja!
Artérias Atrocidades Arte Arrebite
Arrebenta
a log ica e go ica do ser
comseuGui!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Com Festa

Hoje eu descobri que não sei nada sobre o amor...
Sempre soube que não sabia assobiar
suave melodia
das certezas mundanas
mas fingia...
Cofesso a pretenção
Perdão!
Saio pela porta dos fundos de cabeça erguida
e pés no chão
Volto pra onde tudo começa
escrevo sem pressa
o horizonte convida
as flores vão desabrochar e o Sol vai brilhar
eu sei
mas sem certezas, por favor
Vou lá conhecer o que é o amor...