Será que são bolhas
ou excesso de rolhas?
Topa da ranca tampa
de dão pé
Trovoada zuniu longe
de ouvido riscou
fonte largou frente
Traduz pra mim teu caldo!?
Somei dois
com dois
com três
Novecentos e vinte movimentos
Vamos bailar até cedo?
Trabalho amanhã e não posso
(mas vc é sexy!)
Tamborim no final da avenida
Morcegos de outro dia
Pelas moedas do tio patinhas
tu não vale um tostão
furado
bem lembrado!
Marionetes circulam a lagoa
Perdigotos voão nos restaurantes mais chiques da cidade
Será que tramo plano?
Ou tremo pálido?
Sou um contra todos
ou são todos por mim
fuder
?
Suspirei grão de polém
das faces zzzombeteiras das abelhas
pelos campos verdes dos jardins do meu inferno
lá jogo bola
Vomito garras
acionam teclas
abuso do tempo e paciência
guiando o seu olho
destino!?
por sua conta e risco
sou vago mesmo
sou vazio
sou o Paco
sou da rua
som do som
Não espere por
umponto
finito
Abstração infinita
abre espaço pra prepotência
será? eu??? justo eu???
paremos e oremos por aki
sem mais...
quinta-feira, 28 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
The_ma Uno
Fucked it up
Drank to much
Swallowed enough
Stays in bed
little twinkle dream
Carry me to the clouds
smooth beast of my sin
If u knew what i mean
your filthiest thoughts
should shout and scream
Drank to much
Swallowed enough
Stays in bed
little twinkle dream
Carry me to the clouds
smooth beast of my sin
If u knew what i mean
your filthiest thoughts
should shout and scream
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Malandro Mastodonte
Olho no teu olho pela primeira vez
minha vontade maior
apodreço contigo
sussego gostoso, num dô conta!
escaravelho na pele
foice na alma
na vida
no sono te inebria
com brincadeiras coloridas
ou camaradas suicídas
te abraçando e apertando
até o galo cantar
Desmistificada está
(desdesempre)
mais assim não vai passar.
Me despeço da Lua com um "até logo!"
Pro Sol,
peço mais carinho.
Assim
te boto num cantinho
bem
pequeno
e volto um pouco mais
pro caminho certo
de lugar
algum
todo
lugar
minha vontade maior
apodreço contigo
sussego gostoso, num dô conta!
escaravelho na pele
foice na alma
na vida
no sono te inebria
com brincadeiras coloridas
ou camaradas suicídas
te abraçando e apertando
até o galo cantar
Desmistificada está
(desdesempre)
mais assim não vai passar.
Me despeço da Lua com um "até logo!"
Pro Sol,
peço mais carinho.
Assim
te boto num cantinho
bem
pequeno
e volto um pouco mais
pro caminho certo
de lugar
algum
todo
lugar
terça-feira, 19 de abril de 2011
Praquela
Traz pra mim aquele sabor
de fruta com vento da floresta
vem logo pois não tenho pressa
de provar o teu odor
Sinto calor quando você fala
e frio quando se cala
Me olha no olho
diz que ta escroto
e que nunca vai me dar
Pode falar o que for
que eu grito com ardor
eu quero te pegar.
Jogo teu jogo
Falo besteiras
troco as pernas das letras
finjo até que sou maneta
só pra tua cintura apertar
E quando tiver coladinho
vou cantar que nem passarinho
que acabou de aprender a voar
Te digo, menina
lugar da tua boca é junto da minha
vamos namorar
chega de enrolar!
de fruta com vento da floresta
vem logo pois não tenho pressa
de provar o teu odor
Sinto calor quando você fala
e frio quando se cala
Me olha no olho
diz que ta escroto
e que nunca vai me dar
Pode falar o que for
que eu grito com ardor
eu quero te pegar.
Jogo teu jogo
Falo besteiras
troco as pernas das letras
finjo até que sou maneta
só pra tua cintura apertar
E quando tiver coladinho
vou cantar que nem passarinho
que acabou de aprender a voar
Te digo, menina
lugar da tua boca é junto da minha
vamos namorar
chega de enrolar!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Aqui e a li
Acorda!
A corda
no pescoço
A cor da
esperança
Acorde
mudo
Arco de
decisões
Amordace!
Amor da
sentido
de fina
defina
ação
A corda
no pescoço
A cor da
esperança
Acorde
mudo
Arco de
decisões
Amordace!
Amor da
sentido
de fina
defina
ação
domingo, 17 de abril de 2011
Vrum
Ladainha surda em movimento. Tambores ecoam no vácuo das linhas de um carro desgovernado que vai em direção as águas do Saara...
Oco de Coisas
Vejo as letras
vislumbro linhas
a imaginação caminha
poder criativo...
Não escrevo!
Pedra dura na ponta
dos dedos
Angústia que pari
nervoso que trava
escrever é preciso
Não sai nada!
Tanta coisa presa
Cachoeira retida
sem explicação
estou como o sertão
Tão grande
Tão lindo
mas dando arrepio
de tanto vazio
cheio de coisa
alguma
Hoje não sai nada!
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