fui ali em outro planeta rapidinho colher flores pra vc...
onde vc foi colher flores pra mim??
em um planeta em q só se pode entrar, é proibido sair, só olhar pela janela
é redondo mas com pontas afiadas
amontoado de gente legal que não gosta de carnaval
e tem o jardim de flores mais lindo do universo
uma flor dessas tava me contando num animado papo
sabe akela q vc mais gosta?
ela me perguntou as gargalhadas
enviei pra vc a um tempão.
agora leve de volta por detraz de onde vieste um lindo buque de sonhos azuis pra ela
aposto q seu sorriso vai iluminar a tua vida inteirinha por pouquissimos segundos
peguei o buque e tronei a ir, mas agora pra k
toma
sorri
me ama?!?!?!?!
: )
sábado, 5 de novembro de 2011
Derramou um pouquinho
nada demais, tudo relevante, pouca poética, muita expressividade, louvor ou prepotencia, marcas multiplas de um ser só, com os fios de cabelo e dedos nas teclas pretas da maquina....
palimpsexto de mim
parangolé de uma só manga, por onde entra e sai do mesmo lugar e passa daqui prali de lugar algum cheio de letreiros convidando para festas animadíssimas com critica liberada a noite inteira
quando eu durmo o zé tambem funga
igual o mosquito que tenta puchar conversa no pé do ouvido, eu faço do meu jeito. Mas levo mais tapas que borrifadas de aerozól...uma pena!
Tarde dessas eu virei uma borboleta. Tive meu dia de sorte: VIVO POR UM DIA! Pintei quadros, cuspi poesias e ladrei ao por da Lua. Fim de papo.
A curvatura das pernas dela me enlouquecem. Chego pensar em navios. Navedo pra fora do horizonte das possibilidades infinitas mas com muitas ressalvas. Já viu barco voando? Parece um avião mais gordo, de turbante e sem risco de terroristas. Terroristas não se dão com piratas...fica a dica!
Agora q já to voltando pra casa, deixa eu te pedir um favor. Quando a tv estiver ligada, o sofá quente formando perfeitamente o formato das tuas nádegas, o noite fria invadir teu peito e tuas angústias te fizerem chorar, grite bem alto dentro de um balde com água e me conte como você será feliz pro resto da sua vida!
Até jamais
palimpsexto de mim
parangolé de uma só manga, por onde entra e sai do mesmo lugar e passa daqui prali de lugar algum cheio de letreiros convidando para festas animadíssimas com critica liberada a noite inteira
quando eu durmo o zé tambem funga
igual o mosquito que tenta puchar conversa no pé do ouvido, eu faço do meu jeito. Mas levo mais tapas que borrifadas de aerozól...uma pena!
Tarde dessas eu virei uma borboleta. Tive meu dia de sorte: VIVO POR UM DIA! Pintei quadros, cuspi poesias e ladrei ao por da Lua. Fim de papo.
A curvatura das pernas dela me enlouquecem. Chego pensar em navios. Navedo pra fora do horizonte das possibilidades infinitas mas com muitas ressalvas. Já viu barco voando? Parece um avião mais gordo, de turbante e sem risco de terroristas. Terroristas não se dão com piratas...fica a dica!
Agora q já to voltando pra casa, deixa eu te pedir um favor. Quando a tv estiver ligada, o sofá quente formando perfeitamente o formato das tuas nádegas, o noite fria invadir teu peito e tuas angústias te fizerem chorar, grite bem alto dentro de um balde com água e me conte como você será feliz pro resto da sua vida!
Até jamais
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Derivativos Instantâneos de Alegre Pessimismo
Tão virulento como pão que assa ao Sol
Mordo as lentes dos olhos que me cegam
Manchas de sangue pelo assoalho
brotos ígneos fervem
nas esquinas acho atalhos
Suor seco na pele
no pelo o perigo de morte
Cada bastão de cigarro aceso
brilha um dia a menos
nos pequenos suspiros de vida
Lá fora a rua
a Lua
avua
Solstícios e Equinócios
Éguas e ócios
Ossos do orifício
Machina lenta
Músculo feroz
Subo o rio
acho a foz
Fogo no livro
Vida em nós
Jardineiro arando terra seca, infrutífera que semeia esperança
Não quero saber o que há na França
Porteiro ameniza solidão alheia
fofocando até meia noite e meia
No espelho uma mancha negra
de quem foi sem ter ido, saudou sem elegância e
de tanto ter pressa
voou deixando pra traz a aliança
Move teu mundo, Cartola
deixa o moinho pra lá
Se tuas rosas falassem
te deixariam à boca sem ter o que cantar!
Mordo as lentes dos olhos que me cegam
Manchas de sangue pelo assoalho
brotos ígneos fervem
nas esquinas acho atalhos
Suor seco na pele
no pelo o perigo de morte
Cada bastão de cigarro aceso
brilha um dia a menos
nos pequenos suspiros de vida
Lá fora a rua
a Lua
avua
Solstícios e Equinócios
Éguas e ócios
Ossos do orifício
Machina lenta
Músculo feroz
Subo o rio
acho a foz
Fogo no livro
Vida em nós
Jardineiro arando terra seca, infrutífera que semeia esperança
Não quero saber o que há na França
Porteiro ameniza solidão alheia
fofocando até meia noite e meia
No espelho uma mancha negra
de quem foi sem ter ido, saudou sem elegância e
de tanto ter pressa
voou deixando pra traz a aliança
Move teu mundo, Cartola
deixa o moinho pra lá
Se tuas rosas falassem
te deixariam à boca sem ter o que cantar!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Ho palavras Veroses
Trapos formam frases distintas, monolitos urbanos de cargas energéticas putrefadas. Guerra de mais não matam o suficiente. Suplicas bobas por facadas vertiginosas. Vida que escorre pelo canto da boca. Familiares surfam mágoas como Kelly inguiça.
Soberanos Pudores, Sonhai!
Vou tentar
improvisar um jeito novo
viver menos torto
praguejar menos
formatar linhas ensolaradas
de prazeres inenarráveis
impulsionando formigamentos muitos
louváveis estrondos de trombetas de cordas
milhares de inversões me dizem respeito
já viu florescer um sol de boas linhas?
morféticos justapostos engendram calafrios
de fora por dentro
um pulo e se foi
ganhei tudo em menos dúvidas que esperava!
às vezes dura menos tempo que imaginas
o descobrimento de películas
menos quentes que cobertores
mas tão doces e acolhedoras
que a mais desejada das vaginas!
improvisar um jeito novo
viver menos torto
praguejar menos
formatar linhas ensolaradas
de prazeres inenarráveis
impulsionando formigamentos muitos
louváveis estrondos de trombetas de cordas
milhares de inversões me dizem respeito
já viu florescer um sol de boas linhas?
morféticos justapostos engendram calafrios
de fora por dentro
um pulo e se foi
ganhei tudo em menos dúvidas que esperava!
às vezes dura menos tempo que imaginas
o descobrimento de películas
menos quentes que cobertores
mas tão doces e acolhedoras
que a mais desejada das vaginas!
No Alto, Caracois!
em busca de um amor
enchergo tudo preto
na esquina dos corações carentes
onde não passam inspirações
só ouço rumores
na tentativa de não ser nada
insistência braba
fico nú sem perspectiva de um depois
preta que me acaricia a pele
desliso por tua doçura
suave como mel
dos olhos saem faiscas
prevendo uma vã fantasia
daquelas que te dominam
por dentro do peito te fazem cosquinha
e tu acorda sem ninguém pra desejar bom dia
lágrimas felizes de gosto amargo como morango
colhido do pé descalço embaixo do edredon
estico o tempo como se elastico fosse
deixo de lado a pose
ele arrebenta
acabou-se o que era doce
enchergo tudo preto
na esquina dos corações carentes
onde não passam inspirações
só ouço rumores
na tentativa de não ser nada
insistência braba
fico nú sem perspectiva de um depois
preta que me acaricia a pele
desliso por tua doçura
suave como mel
dos olhos saem faiscas
prevendo uma vã fantasia
daquelas que te dominam
por dentro do peito te fazem cosquinha
e tu acorda sem ninguém pra desejar bom dia
lágrimas felizes de gosto amargo como morango
colhido do pé descalço embaixo do edredon
estico o tempo como se elastico fosse
deixo de lado a pose
ele arrebenta
acabou-se o que era doce
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
De longe, o verde...
tento tento
o tento
tanto que nem imagina
flutuo no sorriso
da mais bela menina
pieguices a parte
ela tem classe
nem corrobora com o rubor da minha
face
atitude é pouco
cada frase dela soa como
estouro
de manada
adrenalina escava osso
me imagino mordendo seu torso
subo ao pescoço
mesmo que só pra mim tenha graça
formosura em forma de paredão
de escalada
solto piadas
tuas risadas
mais caras que o ouro
me tiram o sono
me ascende à brasa
um dia
no aconchego do teu colo
não mais me embolo
descasco tua casca
desmistifico
te tiro lá do alto
trago tu aki pro chão
foda-se o serão
de tão doce
(a)parece dia
de cosme e damião!
o tento
tanto que nem imagina
flutuo no sorriso
da mais bela menina
pieguices a parte
ela tem classe
nem corrobora com o rubor da minha
face
atitude é pouco
cada frase dela soa como
estouro
de manada
adrenalina escava osso
me imagino mordendo seu torso
subo ao pescoço
mesmo que só pra mim tenha graça
formosura em forma de paredão
de escalada
solto piadas
tuas risadas
mais caras que o ouro
me tiram o sono
me ascende à brasa
um dia
no aconchego do teu colo
não mais me embolo
descasco tua casca
desmistifico
te tiro lá do alto
trago tu aki pro chão
foda-se o serão
de tão doce
(a)parece dia
de cosme e damião!
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